HOSPITAL UNIMED CAMPOS
Esse relatório fala de quando finda um exercício, um ano de trabalho, e a instituição traça um planejamento estratégico, com ações, indicadores de produtividade e metas, e ai surge o inesperado… a pandemia!!!!
Fala de como lidamos com esse medo e tranquilizamos o outro, com o intuito de salvar vidas!!! Fala de como o Hospital Unimed Campos superou o desconhecido Corononavirus-covid-19, juntamente com seus médicos cooperados, equipes de trabalho multiprofissional e parceiros, atuando com espirito de equipe, humanização, ética, transparência e amor ao próximo, criando estratégias para enfrentamento dos desafios que estavam por vir no decorrer do ano de 2020.
Criação do Comitê de Crise
Em março de 2020 iniciou-se os estudos quanto ao manejo dos primeiros casos de Covid 19 no município de Campos dos Goytacazes, afim de estruturar-se para o recebimento dos primeiros casos no Hospital, onde foi criado o Comitê de Crise para tomadas de decisões e monitoramento dos planos de ação.
No Comitê havia participação da Diretoria Executiva, Diretoria Técnica, Administração Hospitalar, Médicos coordenadores dos setores, Gerentes das áreas de Recursos Próprios interligadas com o Hospital, coordenadores das equipes multiprofissionais e SCIH. Os principais pontos identificados e monitorados pelo comitê foram:
· Necessidade de adequação de espaço físico para atendimento à pacientes suspeitos/confirmados COVID-19;
· Número de funcionários insuficiente devido aumento da demanda de trabalho e necessidade de abertura de novos leitos/serviços;
· Ausência de protocolos específicos e falta de capacitação dos profissionais para manejo da patologia;
· Necessidade de afastamento de funcionários de grupo de risco;
· Escassez de equipamentos, mobiliários, materiais, medicamentos, EPIs;
· Contaminação dos profissionais assistenciais e administrativos e o consequente afastamento;
· Aumento significativo de exames de imagem e laboratoriais, para conduta clinica dos pacientes suspeitos e confirmados;
· Necessidade de distanciamento físico dentro dos setores;
· Gerenciamento dos leitos, mediante a dinâmica da demanda de pacientes Covid e não Covid;
As reuniões semanais do comitê de crises vêm ocorrendo desde o início da pandemia até os dias de hoje, ininterruptamente, onde através da junção de esforços, estamos superando os desafios oriundos da pandemia.
Criação do Apoio Especial do Pronto Atendimento
Com o aumento do volume de casos de pacientes suspeitos e confirmados Covid-19, observou- se a necessidade de separar os atendimentos dos pacientes suspeitos, criando assim o Centro de referência para Covid-19, em 23/03/2020, no local onde funcionava o setor de fisioterapia ambulatorial da Unimed. A estrutura foi montada em aproximadamente 4 dias, com auxílio da equipe de manutenção predial, equipe multiprofissional e administrativa. Foram instaladas rede de gases, sistema de exaustão, gerando dois leitos de mal súbito com todos equipamentos necessários para atendimento dos pacientes mais complexos e graves, gerador, além de 07 box individualizados com leitos para repouso dos pacientes de baixa complexidade. Contamos também com 03 consultórios médicos, sala de RX, coleta de exame laboratorial, sala de triagem e profissional assistencial para acolhimento dos pacientes logo em sua chegada na unidade.
No decorrer dos meses, o espaço foi sendo readequado com as melhorias necessárias para o atendimento, conforme as demandas e novas necessidades apresentadas a cada momento. Dentre eles o aumento do número de médicos, funcionários, local para coleta de SWAB de pacientes externos, ampliação de consultórios e criação de 10 leitos de suporte para internação.
Atendimentos do Pronto Atendimento e AEPA
Em relação aos atendimentos de pronto atendimento no ano de 2020, tivemos um total de 64.050 atendimentos, incluindo os atendimentos COVID e não COVID com média mensal de 5.590 atendimentos.
Dentre esses atendimentos, tivemos 48.926 no Pronto Atendimento Geral, com média mensal de 4.077 atendimentos, os quais incluem as especialidades de clínica médica, pediatria, ortopedia, cirurgia geral e obstetrícia. Já no Apoio Especial do Pronto Atendimento (AEPA), tivemos o total de 15.124 atendimentos no período, entre suspeitos e confirmados COVID-19, com média mensal de 1.512 atendimentos.
Tele monitoramento:
Pensando na saúde e no bem-estar dos pacientes com COVID-19 atendidos no AEPA, foi direcionado uma equipe para telemonitoramento, coordenado pela Gestão do Viver Bem, afim de monitorar o estado geral do paciente e possível declínio clinico, evitando assim a piora do quadro ou o retorno desnecessário ao Pronto Atendimento.
Realização de rastreio epidemiológico entre funcionários das áreas críticas:
No mês de março 2020 foram realizados testes rápidos dos funcionários das equipes que atuavam nas áreas críticas, com objetivo de investigação epidemiológica para os possíveis casos de infecção pelo COVID-19. Foram colhidas as sorologias para análise do IgG e IgM a fim de identificar epidemiologicamente estes anticorpos para melhorar o dimensionamento das equipes envolvidas, garantindo assim uma melhor qualidade e segurança na assistência e dos próprios funcionários.
Elaboração do manual de rotinas da Unimed Campos:
Foram elaborados pela coordenadores médicos, multiprofissionais e SCIH, manuais de normas e rotinas dos processos a serem adotados durante a pandemia, onde a cada nova orientação do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde eram revisados e divulgados para toda equipe. Todos os protocolos antes de divulgados foram e continuam sendo validados pelo comitê de crises.
Apoio de equipe terceirizada para suprir ausência de profissionais assistenciais:
Devido aos afastamentos de funcionários por grupo de risco e/ou contaminação, dentre outros afastamentos inesperados, terceirizou-se alguns profissionais assistenciais para suprir a ausência dos funcionários afastados, garantindo a segurança e qualidade, esses novos profissionais foram acolhidos e treinados nas rotinas essências do HU.
CANCELAMENTO CIRÚRGICO E CRIAÇÃO DO COMITÊ DE PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS
Devido ao início da pandemia em março de 2020, foi decidido pela diretoria o cancelamento e a suspensão temporária das cirurgias eletivas, com o intuito de garantir a segurança dos pacientes, acompanhantes, funcionários e médicos, onde neste mês foram canceladas 81 cirurgias eletivas, mantendo apenas as de caráter de urgência/emergência, obstétricas e oncológicas.
Com a necessidade de tomadas de decisões estratégicas frequentemente, para absorver a demanda dos pacientes clínicos e cirúrgicos que a todo momento sofria alterações, seja por mudança de perfil dos pacientes (mais graves ou não), mudança de fase da pandemia no município, surgimento das doenças sazonais, dentre outros, em junho de 2020 foi nomeada a Comissão de Procedimentos Cirúrgicos, a qual em conjunto com a Diretoria, coordenadores médicos gerenciamento de leitos, e diretores, vem se reunindo periodicamente para avaliação do cenário atual e decisões sobre a retomada ou suspensão das cirurgias.
Após o término de cada reunião, são elaborados ofícios e posterior envio aos médicos cooperados que atuam no Hospital, para que tenham ciência das decisões.
GERENCIAMENTO DE LEITOS
Neste ano de 2020 o Hospital Unimed contou com 84 leitos de internação, entre clínicos e cirúrgicos, os quais são distribuídos em 2 andares (1º e 2º andar), divididos em alas e com os respectivos postos de enfermagem para determinada quantidade de leitos, 17 leitos de UTI adulto e 17 leitos de UTI Pediátrica Mista.
Com o início da pandemia, os leitos foram distribuídos conforme a demanda de pacientes (Cirúrgicos, clínicos COVID e Clínicos não COVID) e capacidade operacional de cada andar/ala, bem como a UTI adulto, por se tratar de 2 unidades dentro de um setor, também foi dividida para que pudéssemos atender pacientes COVID e Não COVID, da melhor forma possível, sempre com segurança e qualidade na assistência.
As decisões de remanejamento das alas, distribuição e ampliação de leitos foram tomadas em conjunto com o comitê de crises, gerenciamento de leitos, hotelaria, administração, enfermagem e SCIH.
Em relação à unidade de internação (andar), conforme o gráfico abaixo, iniciamos a pandemia com apenas 13 leitos disponíveis para COVID e com o passar dos meses fomos aumentando gradativamente, conforme a demanda de pacientes, onde em junho atingimos o pico da pandemia e a disponibilidade máxima de leitos para o COVID, visto que os outros 30 leitos fazem parte do andar cirúrgico o qual ficou dividido para clínicos e demais especialidades não COVID, não sendo possível a ampliação de COVID para este andar por se tratar de um andar utilizado por pacientes cirúrgicos e gestantes/puérperas. Daí por diante, continuamos com o desafio de gerenciar os leitos e adaptar às mudanças, onde em meados de setembro para outubro houve a redução das demandas de internações de pacientes COVID.
No final de outubro para início de novembro foi necessário novas mudanças e maior disponibilidade de leitos, onde enxergamos a possibilidade de ampliação de 3 leitos na unidade de internação, transformando apartamentos em enfermarias, ficando assim com 87 leitos de internação.
Assim como na Unidade de internação, na UTI adulto iniciamos com 17 leitos e dividimos os leitos internamente conforme a demanda (COVID e Não COVID), por se tratar de leitos com box e em unidades separadas. Porém, também em junho, com o aumento da demanda de internações de pacientes COVID graves, tivemos que estruturar uma Unidade de Tratamento Intensivo com 7 leitos no espaço que estava sendo preparado para inauguração do setor de oncologia, mas a prioridade em fornecer suporte aos pacientes fez com que suspendêssemos temporariamente o projeto de abertura do setor e focássemos na ampliação de leitos de UTI.
Já em setembro para outubro, com a redução dos casos COVID, desativamos os 7 leitos estruturados no espaço da oncologia e retornamos com os pacientes para a UTI adulto geral, mantendo a separação dos COVID e não COVID. Porém ao perceber o retorno da demanda de internação de pacientes COVID graves, tivemos que estruturar 10 leitos de UTI clínica em uma parte da unidade de internação e deixar a UTI de 17 leitos exclusiva para COVID, além de realizar manutenção em alguns dos leitos da UTI adulto geral. Finalizamos o mês de dezembro com 17 leitos de UTI COVID e 10 leitos de UTI Clínica, conforme apresenta o gráfico abaixo:
UTI PEDIÁTRICA MISTA
A referida unidade conta com 17 leitos, sendo 11 leitos neonatais e 6 pediátricos, possuindo uma rotina humanizada de acolhimento aos pais dos pacientes internados, onde é liberado acompanhantes para os pacientes. Com os primeiros casos de internações de pacientes pediátricos com Covid -19, foi necessário separação de espaço físico para espera dos acompanhantes de paciente com a patologia Covid e não Covid, o qual ficou dentro do próprio setor em uma das áreas de apoio.
INTERNAÇÃO
Em relação às internações, no ano de 2020 tivemos um total de 5.041 e com média mensal de 420. Tivemos uma redução de aproximadamente 40% em relação ao ano anterior, visto que foram tomadas algumas ações preventivas devido a pandemia do COVID-19, com o intuito de preservar a segurança do paciente, acompanhantes, funcionários e médicos, dentre elas o cancelamento e a suspensão temporária de cirurgias eletivas, mantendo apenas as de caráter de urgência/emergência, obstétricas e oncológicas.
CIRURGIAS
Neste ano as cirurgias eletivas foram as que sofreram maior impacto, visto que, na tentativa de garantir a segurança dos pacientes e adequar a capacidade operacional do Hospital para dar suporte às demandas de internações dos pacientes provenientes do PA suspeitos e confirmados de COVID, tivemos que manter por um tempo suspensas as cirurgias de caráter eletivo, onde permanecemos apenas com as cirurgias de urgência/emergência, obstétricas e oncológicas.
Ressaltamos que a medida preventiva não impactou nas cirurgias de urgência, uma vez que a média mensal de 2019 foi de 76 cirurgias e a deste ano de 2020 foi de 70 cirurgias.
Estratégias da Farmácia frente à pandemia:
- Abertura de três farmácias satélites;
- Readequação dos espaços da Central de Abastecimento Farmacêutico;
- Abertura de uma sala temporária para estoque de materiais e medicamentos;
- Revisão e aumento do fluxo de transferência entre a Central de Abastecimento Farmacêutico e os demais satélites;
- Devido ao aumento de doses dispensadas foram colocados dois jovens na CAF para ajudar no fracionamento de medicamentos e remanejamento de um funcionário do satélite centro cirúrgico para central de fracionamentos;
- Revisão de compras de materiais e medicamentos, onde deixamos de comprar produtos não usados durante a pandemia;
- Análise de Perfil Epidemiológico para lidarmos com a situação que estávamos vivendo;
- Controle realizado pela farmácia clínica dos itens críticos diariamente em áreas com pacientes COVID;
- Intensificado avaliação das prescrições médicas com balanço de enfermagem dos drippings prescritos com conferência de peso x dose x vazão, visando maior controle dos medicamentos;
- Acesso a grupos de WhatsApp com farmacêuticos e compradores de todo o país para sabermos em tempo real onde poderíamos encontrar determinado produto que não havia cotação no BIONEXO.
Atendimento do laboratório frente a pandemia: Com início da pandemia e alta demanda de solicitação de exame para detectar o vírus, o laboratório passou por dificuldade pois o fornecimento dos kits para realização dos exames encontrava-se escarço no mercado, além deste fato o mesmo enfrentou as determinações da ANS para autorização dos exames, por parte dos planos de saúde. Porém o laboratório criou estratégia juntamente com a Gestão Hospitalar para priorização dos exames frente a maior gravidade dos pacientes.
Apesar de tudo que vivenciamos com a pandemia, conseguimos manter a certificação ONA nível I, onde passamos por duas auditorias de manutenção, de forma remota, sendo uma em agosto 2020 e outra em dezembro 2020.
Conquistamos também a categoria ouro no selo de sustentabilidade, em reconhecimento ao importante trabalho realizado pela prática da sustentabilidade em nossa gestão, fortalecendo os princípios do cooperativismo e a construção de uma sociedade mais justa e sustentável.
Outra realização da gestão que foi muito desejado e planejada foi a inauguração do serviço de Oncologia que ocorreu em 10 de dezembro de 2020, serviço este que trará muitos benefícios para a cooperativa, oportunidades de trabalho para seus cooperados e redução de custos. O serviço é uma unidade intra-hospitalar, ambulatorial, que tem como objetivo prestar assistência de qualidade aos pacientes oncológicos, através do tratamento com terapia antineoplásica. Trata-se de um serviço de alta complexidade localizado no Hospital. As especialidades médicas correspondem a Oncologia Clínica e Oncohematologia. A faixa etária para atendimento é a partir dos 18 anos de idade. Há capacidade para atendimento de 8 (oito) pacientes em poltrona de quimioterapia e 1 (um) paciente em leito para quimioterapia prolongada. Há, ainda, 2 (dois) leitos de mal súbito completos para casos de intercorrência. O setor conta com 2 (dois) Oncologistas Clínicos, 2 (dois) Oncohematologistas, 2 (dois) Enfermeiros Oncológicos, 1 (um) Técnico de Enfermagem, 1 (um) Farmacêutico Oncológico, 1 (um) Técnico em Farmácia, 1 (um) Nutricionista, 1 (um) Psicólogo, 1 (um) Dentista, 1 (um) Médico Paliativista, 02 (dois) assistentes administrativos.
As atividades/subatividades realizadas no setor de Oncologia compreendem: Desenvolvimento de atividades de quimioterapia: realizar o planejamento; preparar paciente; realizar procedimentos de enfermagem; administrar/infundir soluções quimioterápicas para fins terapêuticos; manter em observação paciente pós-terapia; emitir laudo e registrar os atos realizados; e zelar pela proteção e segurança dos pacientes, operadores e ambientes. Proporcionar assistência farmacêutica: receber, inspecionar, armazenar, controlar e distribuir produtos farmacêuticos; dispensar medicamentos; manipular, fracionar, reconstituir medicamentos; preparar e conservar misturas endovenosas (medicamentos); diluir quimioterápicos; realizar controle de qualidade; prestar informações sobre produtos farmacêuticos.
Mesmo com todas as dificuldades, dentre elas a suspensão temporária do projeto para disponibilizar o espaço como contingência para estruturação de leitos de UTI, para atender a demanda de internações de pacientes graves, conseguimos retomar o planejamento inicial após 5 meses e concluir ainda dentro do exercício de 2020 o serviço de oncologia do Hospital Unimed Campos.
Visando acompanhar o desenvolvimento dos casos de Covid-19 fora do ambiente hospitalar, a Medicina Preventiva da Unimed Campos implantou o serviço de telemonitoramento dos pacientes suspeitos e/ou confirmados. O acompanhamento é realizado por profissionais da saúde a cada 48h para avaliar a evolução dos sintomas. Foram aproximadamente 62 mil ligações e 460 orientações médicas à distância, realizadas no período de março a dezembro de 2020. A taxa de pacientes acompanhados que precisaram de hospitalização ficou em 4,8%.
Nas estratégias de cuidado adotadas, especialmente em atenção a pacientes idosos e portadores de doenças crônicas, levamos atendimento à casa do usuário na pandemia com visitas domiciliares, consultas on-line, ligações e mensagens. Essas ações foram utilizadas para termos resolutividade sem expormos nossos pacientes. Elaboramos também atividades físicas on line, onde adaptamos aulas com educador físico e fisioterapeuta no ambiente virtual.
Tivemos que inovar para manter e aumentar o contato com nossos pacientes que inspiram cuidado, e o teleatendimento foi uma forma de alcançarmos resultados positivos. Antes da pandemia não adotávamos atendimentos via telemedicina, no período de junho a dezembro de 2020 aproximadamente 41% das consultas médicas foram à distância, seguidas de 35% presencial e 24% domiciliar.
A unidade também iniciou o programa de reabilitação cardíaca, visando modificar aspectos que contribuem com a diminuição do risco cardíaco de forma global. A atividade funciona como uma espécie de academia monitorada, um treinamento físico programado, agregando estratégias para modificação do estilo de vida e controle dos fatores de risco cardiovasculares, otimizando a adesão às terapias e condutas médicas, ajudando os participantes a reassumirem atividades anteriormente interrompidas. Os treinamentos duram em média uma hora, sendo duas vezes na semana, exercícios aeróbicos, fortalecimento muscular e equilíbrio.
Outra iniciativa foi incorporada à rotina de cuidados, o monitoramento de quem procura o pronto-socorro. Verificamos o motivo da ida ao pronto atendimento, tanto dos pacientes do Programa Idoso Bem Cuidado quanto do Programa de Gerenciamento de Pacientes Crônicos, e fazemos contato para acompanhamento.